FUNCIONAMENTO



ATENDIMENTO AOS DOMINGOS E TERÇAS-FEIRAS:


ATENDIMENTO AOS PACIENTES:

TERÇAS-FEIRAS 17:00 Hs.
DOMINGOS 15:00 Hs.
.

10:00 Hs : ATENDIMENTO AOS MÉDIUNS, PALESTRA E DESENVOLVIMENTO ***AOS DOMINGOS.




Minha prece...

Salve Deus

"OBRIGADO DEUS POR NÃO PERMITIR QUE EU PERCA O EQUILÍBRIO, QUANDO SEI QUE INÚMERAS FORÇAS QUEREM QUE EU CAIA."


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A CRUZ



Muitos acham que a cruz é um símbolo do cristianismo. Mas, quando os espanhóis chegaram à América, viram que o império Asteca simbolizava por cruzes os deuses das chuvas e dos ventos.
Um grande número de sinais em forma de cruz são encontrados nas Américas, datando de muito antes da chegada dos europeus. 
Existem vários simbolismos para a cruz, sendo um dos principais uma linha horizontal que divide o Céu e a Terra, uma linha abaixo correspondente a uma linha acima, significando que tudo é assim na Terra como é no Céu.
 Mas, na Doutrina do Amanhecer, entendemos que a haste inferior representa o Homem físico, com todo atavismo, o suporte material da vida; os braços horizontais simbolizam a alma, os mecanismos psicológicos, o positivo à direita e o negativo à esquerda, no dualismo que desafia a mente concreta; a haste superior simboliza a ligação com o transcendental - o espírito.
Em João (3; 14), Jesus fala a Nicodemos: “E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna.”  A serpente de bronze era o aglutinador de força daquelas mentes, dando condições para sua manipulação em benefício dos necessitados. E quando o Mestre diz que do mesmo modo importa que o Filho do homem seja levantado, refere-se à sua crucificação, isto é, indica a cruz como o símbolo de sua missão.
Como a serpente de Moisés, a cruz passou a ser um novo símbolo, representando a passagem e o exemplo de amor do Cristo na Terra.
No Vale do Amanhecer a cruz  marca um ponto cabalístico da Força Universal, sendo usada uma cruz preta  com o sudário branco, representando a trajetória do Homem Jaguar, onde se trava a grande luta entre a personalidade e a individualidade. A cruz representa o Homem e o sudário a purificação de sua mente, sua evangelização, enfim, seu progresso espiritual.

sábado, 10 de agosto de 2013

CONSTRUÇÃO I

Fotos construção Templo Alajo do Amanhecer de Itaguatins-TO. 8,9 e 10/08/2013. Agradecemos as doações recebidas para darmos o Primeiro Passo na construção definitiva, estamos muito felizes com toda emanação de amor e vibrações positivas de todo povo de Pai Seta Branca. Que o Ministro ALAJO abençoe e recompense a todos...Salve Deus! Um forte abraço do Adj. Alajo e Coordenadora Aponara Alajo Ninfa Ariádne Cleuman.

















 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

A VOLTA DOS CIGANOS




CIGANOS





Há mais de quatro mil anos tem-se notícia desse povo nômade, marginalizado e perseguido, que despreza o poder e vive sob o lema: "A terra é a minha pátria, o céu o meu teto e a liberdade é a minha religião!"

Embora haja grande imprecisão sobre suas origens, a mais provável é que tenham saído da Índia, por não concordarem com a organização social das castas, tendo ido para o Líbano, onde constituíram a primeira nação cigana. Essa hipótese é reforçada pelas semelhanças da língua romani, falada pelos ciganos, com o sânscrito, antiga língua clássica da Índia.

No Século XV já tinham grupos ciganos se movimentando por toda a Europa, e a necessidade da sobrevivência levou-os às artes da sedução e da esperteza, gerando reações negativas de populações e governantes. Foram perseguidos e chacinados em muitas regiões. Por exemplo: na Romênia foram escravizados pelo clero e pelos proprietários de terras por quase quatro séculos. No Século XVI, com as grandes descobertas do Novo Mundo, muitos governos degredaram os ciganos para a América, inclusive para o Brasil, trazendo para a nova colônia uma importante raiz que, no Vale do Amanhecer, se juntaria a outras, igualmente trazidas pelos escravos africanos.

O maior culto cigano é feito a Sara, a Negra, que teria sido uma escrava egípcia das Três Marias, colocada pelos judeus, juntamente com José de Arimatéia, Trófimo e Lázaro, em um barco sem remos e sem alimentos que, pelos poderes de Sara, chegou, com todos sãos, à foz do rio Petit Rhone (Pequeno Reno), na localidade de Camarga, província do Languedoc, no sul da França, onde, todos os anos, nos dias 24 e 25 de maio, são feitas homenagens a Sara, às quais acorrem ciganos de todo o planeta, e onde se faz a escolha da Rainha dos Ciganos.

Passagens marcantes na jornada do Jaguar aconteceram quando encarnaram como bandos de ciganos, na Rússia, na Europa Central e na Andaluzia. Tradições que, pelo charme (*), até hoje se fazem presentes nas nossas encarnações atuais.

Sem dúvidas, a que mais heranças nos legou foi a dos Katshimoshy, cuja história Tia Neiva nos deixou na obra “A Volta dos Ciganos (e o Efeito das Reencarnações)”, onde relata a divisão da tribo cigana, devido à morte do rei, entre os dois irmãos rivais, na Rússia. Um grupo ficou no acampamento original, obedecendo a um novo rei, e o outro, que era composto, inclusive, por Tia Neiva e Mãe Calaça, para evitar derramamento de sangue, foi em busca de outro local nas estepes russas. Mas este grupo foi quase que totalmente dizimado por um ataque de lobos ferozes. Mãe Calaça foi morta, mas manteve sua proteção junto a Andaluza, jovem e bela cigana, companheira do rei, com quem teve um filho, Yatan.

Dessa tribo Katshimoshy nos chegaram, além dos ciganos que trabalham como Pretos Velhos, os talismãs, protetores magnéticos de grande eficácia, e uma prece matutina que, para ser melhor aproveitada, deve ser feita ao ar livre, nas primeiras horas da manhã:





Simbolo Katshimochy




PRECE CIGANA KATSHIMOSHY


SENHOR! EU TE AGRADEÇO PELA VIDA E POR ESTA NOVA MANHÃ!...


AJUDA-ME A ENCONTRAR AS PESSOAS QUE DEVO,


A OUVIR AQUELAS COM QUEM QUERES QUE ME COMUNIQUE...


MOSTRA-ME COMO AJUDÁ-LAS OU COMO RECEBER ALGUMA COISA QUE TENHAM A DAR...


AJUDA-ME A SER UM AUXÍLIO, UMA BÊNÇÃO AOS MEUS!


A ORDEM DIVINA TOME CONTA DE MINHA VIDA HOJE E TODOS OS DIAS!


HOJE É UM NOVO E MARAVILHOSO DIA, E NUNCA HAVERÁ UM DIA COMO ESTE...


A MINHA VIDA É COMANDADA DE FORMA DIVINA E TUDO QUE EU FIZER IRÁ PROSPERAR...


O AMOR DIVINO ME CERCA, ME ENVOLVE E ME PROTEGE, E EU CAMINHO EM PAZ!


SEMPRE QUE MINHA ATENÇÃO FOR DESVIADA DO QUE É BOM E PRODUTIVO,


EU A TRAREI DE VOLTA PARA A CONTEMPLAÇÃO DO QUE É ADMIRÁVEL E DE BOA FAMA!


SOU UM IMÃ MENTAL E ESPIRITUAL, ATRAINDO TODAS AS COISAS QUE ME FAZEM PROSPERAR...


HOJE EU VOU ALCANÇAR UM ENORME SUCESSO EM TODAS AS MINHAS TAREFAS...


HOJE EU VOU SER FELIZ O DIA TODO! SALVE DEUS!




“9 de junho de 1960 - data inesquecível!"


Caminhava guiada pela grande convicção de que tudo, vindo de meu Pai Seta Branca, estava certo. Com as aspirações mais secretas, indefinida, eu caminhava naquela minha solidão, hoje também distante.

Sim, caminhava e, para mim, cada dia e cada noite embrenhavam no mais profundo mistério.

9 de junho de 1960... Solidão... Tristeza...

Caminhava, quando deparei comigo mesmo. Com profundo desamor, não me preocupei de estar onde estava ou com o que poderia acontecer com o meu corpo, onde estava.

Levantei os olhos. Vi, senti que estava na Terra! Aquelas árvores frondosas me davam medo. Senti estar atravessando um caudaloso rio.

Deparei com uma pequena clareira que, não sei porquê, me parecia familiar. Comecei a ouvir vozes e vi, num quase balé, dançando uma linda mulher, vestida de cigana, onde também haviam homens ciganos, vestidos com muito bom gosto, alguns tocando violino.

Uma voz, em harmonia, chegou aos meus ouvidos, como que querendo me amparar: “É uma tenda cigana, é a tua origem e a de todo o teu povo!...”

Comecei, então, a raciocinar, o que até então não fizera. Por que tanta solidão? Por que tanto mistério? De que me servirá todo este conhecimento? Não obtive resposta.

E, alheias aos meus sentimentos, aquelas lindas pessoas cantavam e dançavam em sua alegria singular. Comecei a pensar, pensar sem qualquer afirmação, esses pensamentos que a gente pensa sem saber porquê!

Eles se amavam - eu via a ternura entre eles. Casais, juntinhos, se acariciavam porém sem um toque de sensualidade.

O meu coração se enchia de ternura, algo que até então eu não sentira.

A volta foi mais leve, porque comecei a sentir inveja daquela gente!”

(Tia Neiva, 6.8.79)

quarta-feira, 10 de julho de 2013

CONSTRUÇÃO

Salve Deus!
Com muito amor estamos levando ao conhecimento dos Mestres e Ninfas deste amanhecer o nosso intuito de construir o Templo físico Alajo do Amanhecer em Itaguatins/TO. Para que arraigados no amor de Nosso Senhor Jesus Cristo de nosso Pai Seta Branca de nossa Mãe Koatay 108, e de toda a espiritualidade Maior,  possamos continuar dando assistência aos nossos irmãos encarnados e desencarnados que chegam em busca de ajuda. Com Carinho: Adjunto Alajo e Aponara Alajo.




quinta-feira, 27 de junho de 2013

CHEFE SEATTLE

Sabedoria dos Ancestrais


Carta do Chefe Seattle para o Presidente dos Estados Unidos Francis Pierce - Washington, 1855.

“Como podeis comprar ou vender o céu, o mormaço da terra”? A ideia não tem sentido para nós. Se não possuímos o frescor do ar ou o brilho da água, como podeis querer comprá-los? Qualquer parte desta terra é sagrada para meu povo. Qualquer folha de pinheiro, a areia da praia, a neblina dos bosques sombrios, o brilhante e zumbidor inseto, o canto dos pássaros, tudo é sagrado na memória e na experiência de meu povo. A seiva que percorre o interior das árvores leva em si as memórias do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem a terra de seu nascimento, quando vão pervagar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem esta terra maravilhosa, pois ela é a Mãe do homem vermelho. Somos parte dela e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs, os antílopes, os cavalos, a majestosa águia, todos nossos irmãos. Os picos rochosos, a fragrância dos bosques, a energia vital do pônei e do homem, tudo pertence a uma só família.
Assim quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossas terras, ele está pedindo muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que nos colocará em uma "reserva" onde possamos viver por nós mesmos. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Se é assim, vamos considerar a sua proposta sobre a compra de nossa terra. Mas tal compra não será fácil, já que esta terra é sagrada para nós.

A límpida água que percorre os regatos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos Ancestrais. Se vos vendermos a terra, tereis de lembrar a vossos filhos que ela é sagrada, e que os reflexos do sol sobre a superfície dos lagos evocam eventos e fases da vida do meu povo. O murmúrio das águas é a voz dos nossos Ancestrais.
Os rios são nossos irmãos, eles nos saciam a sede. Levam as nossas canoas e alimentam nossas crianças. Se vendermos nossa terra a vós, deveis vos lembrar de ensinar a vossas crianças que os rios são nossos irmãos, vossos irmãos também, e deveis a partir de então, dispensar aos rios a mesma espécie de afeição que dispensais a um irmão.
Nós sabemos que o homem branco não compreende nosso modo de ser, o qual chama de selvagem. Para ele um pedaço de terra não se distingue de outro qualquer, pois é um estranho que vem de noite e rouba da terra tudo de que necessita. A terra não é sua Mãe, mas sua inimiga, depois que a submete a si, que a conquista, que a esgota, ele vai embora, à procura de outro lugar. Deixa atrás de si a sepultura de seus pais e não se importa. A cova de seus pais é a herança de seus filhos, ele os esquece.
Trata sua Mãe, a terra, e seus irmãos animais, o céu, como coisas a serem compradas ou roubadas, como se fossem as peles de carneiro contaminadas com varíola ou as contas sem valor, que trazem para nós. Seu apetite vai exaurir a terra, deixando atrás de si só desertos. Isso, eu não compreendo. Nosso modo de ser, chamado por vós de selvagem, é completamente diferente do vosso. A visão de vossas cidades faz doer os olhos do homem vermelho.
Talvez seja porque, como vocês dizem, o homem vermelho é um selvagem e como tal, nada pode compreender.
Nas cidades do homem branco não há um só lugar onde haja silêncio e paz. Um só lugar onde ouvir o farfalhar das folhas na primavera, o zunir das asas de um inseto.
Talvez seja porque, como dizem, sou um selvagem e não posso compreender.
O barulho serve apenas para insultar os ouvidos. E que vida é essa onde o homem não pode ouvir o pio solitário da coruja, o uivo dos lobos ou o coaxar das rãs à margem dos charcos de noite? O índio prefere o suave sussurrar do vento tocando a superfície das águas do lago, ou a fragância da brisa, purificada pela chuva do meio-dia ou aromatizada pelo perfume dos pinhos.
O ar é precioso para o homem vermelho, pois dele todos se alimentam. Os animais, as árvores, o homem, todos respiram o mesmo ar. O homem branco parece não se importar com o ar que respira. Como um cadáver em decomposição ele é insensível ao mau cheiro. Mas se vos vendermos nossa terra, deveis vos lembrar de que o ar é precioso para nós, que o ar insufla seu espírito em todas as coisas que dele vivem. O ar que vossos avós inspiraram ao primeiro choro foi o mesmo que lhes recebeu o último suspiro.

Se vendermos nossa terra a vós, deveis conservá-la à parte, como sagrada, como um lugar onde mesmo um homem branco possa ir sorver a brisa aromatizada pelas flores dos bosques.
Assim consideramos vossa proposta de comprar nossa terra. Se nos decidirmos a aceitá-la, farei uma condição: O homem branco terá que tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.
Como dizem, sou um selvagem e não compreendo de outro modo. Tenho visto milhares de Búfalos apodrecerem nas pradarias, deixados lá pelo homem branco, que neles atira de um trem em movimento. Sou como dizem, um selvagem e não compreendo como a fumegante serpente de ferro possa ser mais importante que o Búfalo, que nós caçamos apenas para nos mantermos vivos.
Que será dos homens sem os animais? Se todos os animais desaparecessem, o homem morreria de solidão espiritual. Tudo isso irá afetar o homem, estamos todos relacionados.
Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza as cinzas de nossos Ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é enriquecida pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinais aos vossos filhos o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa Mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco. O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado. O que fere a terra fere também os filhos da terra.
O homem não tece a teia da vida. É antes um de seus fios. O que quer que faça à essa teia, faz a si mesmo. Mesmo o homem branco, a quem Deus acompanha e com quem conversa como um amigo, não pode fugir a esse destino comum. É... apesar de tudo, somos todos irmãos.
De uma coisa sabemos e talvez o homem branco venha a descobrir um dia: Nosso Deus é o mesmo Deus. Podeis pensar hoje que somente vós o possuis, como desejais possuir a terra, mas não podeis. Ele é o Deus do homen e sua compaixão é igual tanto para o homem branco, quanto para o homem vermelho.
Esta terra é querida dele, e ofender a terra é insultar o Criador. Os brancos também passarão, talvez mais cedo do que todas as outras tribos. Contaminai vossa cama, e chegará uma noite, na qual vos sufocareis no meio de vossos próprios excrementos.
Mas em nossas visões, brilhareis alto, iluminado pela força do Deus que voz trouxe a esta terra e por que algum favor especial vos outorgou domínio sobre ela e sobre o homem vermelho. Este destino é um mistério para nós, pois não compreendemos como será no dia em que o último Búfalo for dizimado, os cavalos selvagens domesticados, os secretos recantos das florestas invadidos pelo fedor do suor dos homens brancos e a visão das grandes colinas bloqueadas por fios falantes.
Onde estão as florestas? Desapareceram. Onde está a Águia? Desapareceu. Será o fim do viver e o início do sobreviver. "
Mitakue Oyassin
Chefe Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington




terça-feira, 19 de março de 2013

BUSCAR


Coloque a palavra-chave do item
 que você deseja encontrar.

Mutirão




Com -0- em Cristo Jesus...





Salve Deus!
Meus irmãos e irmãs... mestres do Amanhecer!

O Adj. Alajo, mestre Horácio Vilanova comunica que está em plena construção do Tempo Alajo do Amanhecer de Itaguatins - TO, e o Pequeno Pajé. Necessitamos da colaboração de todos com materiais de construção em geral: tijolos, cimento, areia, ferro, telhas brasilite comum... enfim tudo o que é imprescindível para uma obra como esta, mas principalmente se faz necessário a mão-de-obra dos Jaguares que traz a tão importante emanação.
  

Colabore com o que puder e como puder, sua ajuda positiva para a concretização desta obra é de grande importância para o resgate espiritual desta região!


Maiores informações:
Contato.
Adj. Alajo, mestre Horácio Vilanova
Ninfa Coordenadora, Ariádne Vilanova
E-mail: adjuntoalajo@hotmail.com / ariadnefurtado@hotmail.com
Tels.: (63) 3477-1109 / 8133-5180 / 8133-5048
Endereço: Av. Beira Rio, nº 851 - Centro - Itaguatins - TO

SALVE DEUS!